terça-feira, 29 de novembro de 2011

Uma manhã no Parque

Na simplicidade de uma manhã de sábado...
Fechar a semana de trabalho, de estudo e de tantas tarefas só para brincar um pouco...
Brincar com o ritmo do coração...
Respirar diferente...
A família... Alguns amigos...
Nenhuma certeza...
Infiitas possibilidades...
O dia só estava começando, mas já estava completo.







A fotógrafa escondidinha atrás das lentes é a Denise Maher, que nos presenteou com seu lindo trabalho. Obrigada Denise! Da próxima vez quero ver você fotografando de ponta cabeça, o que acha da perspectiva?
http://www.denisemaher.com.br/

Paula Ubinha


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A-Himsa - A não-violência




O V.M. Samael Aun Weor explica a Não Violência de Ghandi
A-Himsa é o pensamento puro da Índia: a não-violência. Realmente, a A-Himsa foi inspirada pelo amor universal. Himsa significa querer matar, querer prejudicar... A-Himsa é, pois, a renúncia a toda a intenção de morte ou dano ocasionado pela violência.
A-Himsa é o contrário de egoísmo. A-Himsa é altruísmo e amor absoluto. A-Himsa é ação reta.
Mahatma Gandhi fez da A-Himsa o báculo de sua doutrina política. Gandhi definiu a manifestação da A-Himsa assim: "A não violência não consiste em renunciar a toda a luta real contra o mal. A não-violência, como eu a concebo, empreende uma campanha mais ativa contra o mal que a Lei de Talião, cuja própria natureza dá por resultado o desenvolvimento da perversidade. Eu levanto frente ao imoral uma oposição mental, por conseguinte, moral. Trato de inutilizar a espada do tirano não fazendo cruzá-la com um aço de melhor qualidade e sim desfraudando sua esperança ao não oferecer resistência física alguma. Ele encontrará em mim a resistência da alma que fugira do seu ataque. Essa resistência primeiramente o cegará e depois o obrigará a dobrar-se. E o fato de dobrar-se não humilhará o agressor e sim o dignificará... Não existe arma mais poderosa do que a mente bem canalizada!"
O Ego é quem desune, atraiçoa e estabelece a anarquia por entre a pobre humanidade doente. O egoísmo, a traição e a falta de fraternidade têm dividido a humanidade.

O eu não foi criado por Deus, nem pelo Espírito nem pela matéria. O eu foi criado pela nossa própria mente e deixará de existir quando o tenhamos compreendido totalmente em todos os níveis da mente. Só através da reta ação, da reta meditação, da reta vontade, dos retos meios de vida, do reto esforço e da reta memória conseguimos dissolver o eu. É urgente se compreender a fundo tudo isto se quisermos realmente a revolução da dialética.

Não se deve confundir a personalidade com o eu. Realmente, a personalidade é formada durante os sete anos da infância. O eu é o erro que se perpetua de século em século, fortificando-se cada vez mais com a mecânica da Recorrência.

A personalidade é energética. Nasce com os hábitos, costumes, idéias etc., durante a infância e fortifica-se com as experiências da vida. Tanto a personalidade como o eu devem ser desintegrados. Nós somos mais revolucionários nos ensinamentos psicológicos que Gurdjieff e Ouspensky.

O eu utiliza a personalidade como instrumento de ação. O personalismo resulta dessa mistura de Ego e personalidade. O culto à personalidade foi inventado pelo eu. Realmente, o personalismo gera egoísmos, ódios, violências etc. Tudo isto é rechaçado pela A-Himsa.

O personalismo arruína totalmente as organizações esotéricas. O personalismo produz anarquia e confusão. O personalismo pode destruir totalmente qualquer organização.

Em cada reincorporação – Retorno – o Ego fabrica uma nova personalidade. Cada pessoa é diferente em cada nova reincorporação.

É urgente saber viver. Quando o eu se dissolve, a Grande Realidade, a verdadeira Felicidade, Aquilo que não tem nome, vem a nós.

Façamos distinção entre o Ser e o eu. O homem atual só tem o eu. O homem é um Ser que não conseguiu. É urgente se conseguir o Ser. É necessário se saber que o Ser é felicidade sem limites.

É absurdo dizer-se que o Ser é o Eu Superior, o Eu Divino etc. O Ser sendo de tipo universal e cósmico não pode ter sabor de ego. Não tratemos de divinizar o eu.

A A-Himsa é não-violência em pensamento, palavra e obra. A A-Himsa é respeito às idéias alheias, respeito a todas as religiões, escolas, seitas, organizações etc.

Não esperemos que o eu evolua porque o eu não se aperfeiçoa jamais. Necessitamos de uma total revolução da consciência. Este é o único tipo de revolução que aceitamos.

Na revolução da dialética, na revolução da consciência, encontramos as bases da doutrina da A-Himsa.

Conforme morrermos de instante a instante, a concórdia entre os homens irá se desenvolvendo lentamente. Conforme formos morrendo de instante a instante, o sentido da cooperação irá substituindo totalmente o sentido de competição. Conforme morrermos de momento a momento, a boa vontade irá substituindo pouco a pouco a má vontade.

Os homens de boa vontade aceitam a A-Himsa. É impossível se iniciar uma nova ordem em nossa psique excluindo-se a doutrina da não-violência.

A A-Himsa deve ser cultivada nos lares seguindo-se a senda do matrimônio perfeito. Só com a não-violência em pensamento, palavras e obras pode reinar a felicidade nos lares.

A A-Himsa deve ser o fundamento do viver diário no escritório, na fábrica, no campo, no lar, na rua etc.

Devemos viver a doutrina da não-violência em nosso cotidiano, em cada pensamento, em cada desejo e em cada ação (texto em itálico acrescentado por mim).

É com grande alegria que publico aqui este texto oferecido por uma recente amiga Oriana Shakti.
Obrigada!

Paula Ubinha



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O Sofrimento - Dalai Lama

Foto de Valéria Shiva , Dalai Lama no Brasil 2011

"Podemos ver que há muitas formas pelas quais contribuímos ativamente para nossa própria experiência de sofrimento e inquietação mental. Embora, em geral, as próprias aflições emocionais e mentais possam surgir naturalmente, com frequência é nosso reforço dessas emoções negativas que as torna muito mais graves. Por exemplo, se sentimos raiva ou ódio por uma pessoa, há menos probabilidade de que essa emoção atinja um nível muito intenso se nós a deixarmos de lado. Porém, se pensarmos nas deslealdades que nos teriam sido feitas, nas formas pelas quais fomos tratados injustamente, e se não pararmos de remoer essas coisas o tempo todo, isso alimenta o ódio. Essa atitude confere ao ódio muito poder e intensidade. Naturalmente, o mesmo pode se aplicar a algum apego que tenhamos por uma determinada pessoa. POdemos nutrir esse sentimento pensando como a pessoa é linda; e, enquanto não pararmos de pensar nas qualidades projetadas que vemos na pessoa, o apego vai ficando cada vez mais forte. Isso demosntra, entretanto, como nós podemos, através do pensamento e da familiaridade constante, tornar nossas emoções mais fortes e intensas." (Dalai Lama - A Arte da Felicidade)

Foto de Valéria Shiva, Dalai Lama no Brasil 2011

Foto de Valéria Shiva, Dalai lama no Brasil 2011





Obrigada Valéria pelas belas fotos e por permitir que as publique aqui no meu blog.

Namastê!
Paula Ubinha


sábado, 10 de setembro de 2011

Paciência

Podemos dizer que paciência e tolerância são sinônimos? Creio que sim!
Não vamos apelar para o dicionário, vamos conversar assim no lugar comum, numa conversa solta e despretenciosa.
Podemos ainda dizer que a paciência é uma capacidade de tolerar as diferenças? Tolerar o inesperado, o imprevisto? Tolerar a discordância? Tolerar os afetos que são dispertados em nós? Tolerar o tempo?
Sim, acredito que sim!
Esta capacidade de tolerar de onde vem?
Ouço algumas pessoas fazendo preces: "Ah! Deus, dai-me paciência!" e nada... Deus não manda paciência para ninguém. Certa vez um amigo me disse para não pedir paciência a Deus, pois o que ele manda mesmo é o treino. Ou seja, mais problemas para que você possa desenvolver a sua própria paciência. Por isto, cuidado com o que pede! Anotado?
Alguns alunos me pedem para desenvolver neles a paciência. Bom, se Deus não faz isto, como é que eu em minha finitude poderia faze-lo? Bom, mas posso refletir com vocês e tentar tirar algumas consequências disto.
Imaginemos ser possível presentear alguém com paciência... Isto seria perfeito, pois bastaria a aceitação do presente e num passe de mágicas todos seriam pacientes e tolerantes. Ah! Que mundo perfeito que teríamos! Já que este sonho não é possível, vamos pensar em outras possibilidades.
A paciência, a tolerância nascem na compreensão, no conhecimento, na sabedoria, no entendimento. Ter paciência, portanto, demanda um grande trabalho. Aposto nisto.
Se entendemos as possibilidades e as limitações da situação, esperamos... Enquanto esperamos, criamos condições para aproveitar as possibilidades e romper as barreiras das limitações.
Se conhecemos as dificuldades dos outros, auxiliamos... Quem tem o conhecimento tem também a sabedoria para indicar aos que não sabem, como proceder, como se desenvolver, como resolver os problemas. Educar é uma tarefa que demanda, além do conhecimento, tempo para que o ensinamento seja assimilado e entendido.
Se compreendemos as diferenças, aceitamos... Aceitamos o outro como ele é.
Se houver disposição interna para todo este trabalho, então creio que começamos a trilhar o caminho certo.
Devemos crer ainda que haja outros desdobramentos para esta idéia. Por isto, devemos aceitar de bom grado as sugestões e abandonar a certeza e a convicção.
Vamos refletir mais um pouco?


Paula Ubinha
Namastê!


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Yoga para a Saúde

Caros amigos,

É com prazer que compartilho com vocês o meu endereço de trabalho.
Lá farei apenas atendimentos personalizados e individuais, com foco na área da saúde, ou seja, utilizarei as técnicas de yoga para ajudar no tratamento de alguns probleminhas bem comuns nos nossos dias.
A idéia é ensinar técnicas para manter a saúde e prevenir doenças com um método que respeite os seus limites. Sem dor, com uma boa respiração, meditação e com plena consciência das possibilidades do seu corpo, é que vamos trabalhar de forma gradual até atingir o objetivo proposto.


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

YOGA É LUZ 2011

Este evento se iniciou à 12 anos num período em que os professores e escolas de yoga precisaram se unir a favor do Yoga e da manutenção da tradição milenar. Nesta época surgiram importantes associações como o Sindyoga, Aliança do Yoga, Movimento pela Tradição do Yoga, Colegiado Dharmaparishad e muitas outras.
Um dos resultados positivos foi a criação do Dia Nacional do Yoga em setembro. Por isso todo ano, na terceira semana de setembro, celebramos esta data em Campinas e região em homenagem a semana de yoga.
O evento é gratuito e sem fins lucrativos, é realizado junto com o SESC Campinas e não tem patrocinadores e conta com a colaboração de voluntários que se organizam para fazer um "aulão" de yoga coletivo com a maior energia e luz. Participe e sinta que o Yoga é Luz!


Vamos lá prestigiar?


domingo, 22 de maio de 2011

Om

Meus alunos me perguntam:


O que é Om?

a resposta nunca é simples, apesar de se tratar de apenas uma sílaba. Mas dá para começar assim:

"O que aconteceu antes, o que existe agora e o que existirá mais tarde - tudo isso é Om".

Om é a ordem que permeia todas as coisas...

Ex.: Hoje vemos a forma de uma flor, amanhã nós descobriremos que a flor se foi e há um fruto, isto é ordem. Ordem significa a maneira como as coisas são como são. Tudo o que existe é mantido pela ordem chamada niyati. Este niyati é Ishvara, o Senhor.

Namastê!


quarta-feira, 30 de março de 2011

Zap - Artes Integradas ConSente aula aberta de yoga

     A aula aberta estava marcada para dia 29 de março de 2011. Tudo combinado, tudo confirmado, mas São Pedro resolveu mandar uma chuva daquelas em que os quatro cantos do Barão Geraldo ficaram alagados e o trânsito completamente difícil! Eu me arrisquei e mergulhei meu carro para atravessar o alagamento... Reza, reza, reza... Pronto! Passei!
E agora? Cheguei na Zap preocupada com os alunos que viriam.
Não havia tempo para fazer um novo combinado, não havia tempo para ligar para todas as pessoas, então resolvemos esperar. Ficamos disponíveis, eu e a Vanea, com pouca expectativa.
O resultado foi ótimo!
Praticamos uma aula para iniciantes: como respirar corretamente, algumas posturas leves, Saudação à Lua e relaxamento no final. Eu gostei! E vocês?
Muito obrigada pela presença de cada uma de vocês, alunas corajosas!


As corajosas que enfrentaram a tempestade para estar aqui.
 Para informações sobre as atividades:
Zap - Artes Integradas
f. (19) 3368 3141

Namastê!

domingo, 27 de março de 2011

Meditar melhora rendimento escolar

" A técnica de meditação transcendental melhora o rendimento em matemática e línguas em estudantes de baixo rendimento do ensino fundamental, segundo um novo estudo realizado na Califórnia, nos Estados Unidos, com 189 participantes, e publicado na revista 'Education'."
Saiba mais na reportagem abaixo:

http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2011/03/21/meditar-melhora-rendimento-escolar-924051517.asp

Namastê!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Saudade

Uma amiga me perguntou sobre a minha viagem à casa da minha irmã:
-  Deu para matar a saudade?
Parei por instantes, esta pergunta me fez pensar.
- Nao! Não matei a saudade, ela se renovou. Eu voltei de viagem e sinto uma nova saudade da minha irmã. Então respondi assim:

Saudade é uma coisa tão boa, não é? Por mais que a gente tente matá-la, ela sempre volta... Aí temos que nos organizar para visitar novamente as pessoas queridas... E novamente... e tantas outras vezes. A saudade nos faz lembrar que as pessoas existem. A saudade nos move para buscar por aquilo que nos faz bem.
Quero sempre poder sentir saudades, sinal que amo, sinal que desejo, sinal que tenho pessoas queridas!
Êta saudade boa!

A saudade é esperança.

E vou mais longe, a saudade não é a falta. A saudade traz para o presente todas as pessoas que já se foram, não importa para onde e não importa se um dia elas vão voltar. A saudade traz a lembrança, a saudade traz a presença, a saudade de alguma forma nos coloca em contato com aqueles que se foram.
Vocês já perceberam como lembrar das pessoas faz o nosso corpo reagir? Soltamos um sorriso, por vezes o coração até dispara... E não demoramos para dizer: Ai que saudade!

Bom, vou para por aqui porque estou começando a ficar piegas e não gosto muito disto.

(dedico à minha amiga Anelyssa que me inspirou, à minha irmã Cristina que está tão longe e à todas as pessoas queridas de quem sinto saudade hoje)

Hoje mando beijos!
Namastê!
Paula Ubinha


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Mais sobre yoga


Praticar yoga não se limita a uma prática corporal. Yoga é antes de tudo um estilo de vida, que envolve toda a existência de quem a pratica. A maneira como olhamos o mundo, como nos relacionamos com as pessoas, como acordamos, como dormimos, como nos alimentamos, como nos higienizamos, como buscamos entendimento, como buscamos a felicidade; tudo isto se dá pelo corpo, pelos sentidos, é assim que aprendemos sobre o mundo. Quando submetemos nosso corpo à prática de yoga, nos aprofundamos em nossas experiências, aguçamos os sentidos com intuito de nos conhecer mais e melhor. Se isto não ocorrer, certamente há algo de muito errado no modo de conduzir esta prática. Certamente estamos muito mais envolvidos com uma mera ginástica para os músculos e esqueleto. Certamente não há reflexão sobre o sentido de tudo isto.
A ginástica vai moldar nosso corpo e deixá-lo belo, mas isto é fugaz. Nossos corpos vão embora cedo ou tarde. Portanto, o corpo não pode ser o foco central para uma boa prática de yoga. Ele é a maneira pela qual a vida se manifesta e se envolve com este mundo.
Você pode ter a impressão de que estou dizendo que o corpo é secundário, preste atenção, pois não se trata disto. O corpo saudável e bem disposto nos disponiiliza para o aprendizado, para a reflexão e para a meditação.
A nossa vida é tocada pelo mundo através do nosso corpo e nosso corpo é tocado pelo mundo interferindo na nossa vida, este movimento constante e simultâneo nos transforma a cada instante. Assim, o que afirmo é o envolvimento e o comprometimento em que corpo, vida, mundo e pensamento estão implicados.
Na minha concepção, o corpo é tão sagrado quanto a alma, a vida e o mundo. Não considero nenhum grau de importância. E por fim, considero a necessidade de cuidar bem de cada parte que nos constitui.
Deixo aqui uma breve entrevista com o Professor Hermógenes, a qual sugere esta reflexão. Devo alertar para pequenas diferenças de pensamento, talvez eu venha mais tarde concordar plenamente com ele. Mas por hora, me reservo o direito de questionar algumas coisas.



Namastê!
Paula Ubinha


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Dança Indiana




Bharatanatyam

Assim como outras danças indianas, Bharatanatyam também narra em suas coreografias os mitos indianos. Encontramos mito, história e arte numa composição coreográfica única e belíssima, com uma técnica muito bem definida.
Nas palavras de nosssa professora, “Flores se abrem saindo de dentro das mãos e pássaros voam longe através das pontas dos dedos”: O Bharatanatyam é considerado uma das formas de dança mais sutis, sofisticadas e graciosas que o mundo conhece. Nascida nos templos do sul da Índia, esta dança sagrada traz em seu nome as palavras “expressão”, “ritmo” e “movimento”.
Fomos eu e Malu provar um pouco desta arte e nos encantamos. A gestualidade em nada se parece com a que conhecemos nas danças do ocidente. Encontramos uma gestualidade bonita, bem equilibrada, geométrica. Achamos notável! Formamos triângulos, retas, na verdade, quase... Nosso triângulo ficava meio curvo, quase círculo. Achamos bem difícil, mas não impossível. Nesta aula experimental, entramos em contato com a estrutura básica da dança. Postura e ritmo conduzidos por Bárbara com muita graça e competência.
Gostamos muito e por isto recomendamos.
Mas se prepare, pois já no básico você vai encontrar um trabalho e tanto para sua musculatura. Força, equilíbrio, flexibilidade, tudo será desenvolvido para definir a técnica da dança Bharatanatyam.
Se tiver a curiosidade de saber mais, anota o contato:
Professora Bárbara Malavoglia, graduanda em dança pela Unicamp, oferece aulas individuais, em grupo e tem horários flexíveis. Consulte-a

Namastê!
Paula Ubinha

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Consertar

Manifesto pelo Conserto

Se você também acredita nisto, divulgue e pratique. Eu já estou fazendo a minha parte. (Paula Ubinha)


1. Faça seus produtos durarem mais!

Consertar significa a oportunidade de dar a um produto uma segunda vida. Consertar não é anticonsumo: é antidesperdício.


2. As coisas têm que ser projetadas para poderem ser consertadas

Designer de produtos: faça coisas consertáveis. Forneça informações claras sobre como consertar. Consumidor: compre coisas que você sabe que podem ser consertadas, ou descubra por que elas não existem. Seja crítico, faça perguntas.


3. Consertar não é substituir uma peça

Não estamos falando em jogar fora a parte que está quebrada, mas de realmente remendar criativamente.


4. O que não mata engorda

Toda vez que você conserta algo você acrescenta ao seu potencial, à sua história, à sua alma e à sua beleza inerente.


5. Consertar é um desafio criativo

Fazer reparos é bom para a imaginação e ensina a usar novas técnicas, ferramentas e materiais.


6. Conserto não sai de moda

Não se conserta para deixar os produtos na moda. Não há datas de validade para produtos que podem ser reparados.


7. Consertar é descobrir

Ao consertar você descobre coisas incríveis sobre como os objetos funcionam. Ou não funcionam.


8. Conserte – mesmo quando a crise acabar

Se você acha que este manifesto tem a ver com a recessão, esqueça. Não estamos falando de dinheiro, mas de mentalidade.


9. Coisas consertadas são únicas

Mesmo falsificações se tornam originais quando você as conserta.


10. Consertar é ser independente

Não seja um escravo da tecnologia – seja seu mestre.


11. Você pode consertar tudo, mesmo um saco plástico

Mas nós recomendamos arrumar uma sacola que dure mais. E, quando ela estragar, consertá-la.
 Mônica Pilz Borba
Coordenadora Institucional
5 Elementos - Instituto de Educação e Pesquisa Ambiental
http://www.5elementos.org.br/


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Natureza, Arte e Vida

Acredito que a Natureza não tenha nenhum objetivo ou finalidade. Ela se assemelha muito mais à arte do que aos negócios, à política ou à religião.
A Natureza me parece muito mais com a música e com a dança, que se manifestam sem esperar uma destinação futura. Ninguém espera algo mais de uma sinfônica ou de uma apresentação de dança. Elas são fechadas em si mesmas. Encantamento e fascinação se dão no mesmo instante em que estas obras são executadas.
M. Merleau-Ponty diz que a pintura não é apenas uma representação e sim uma obra em si mesma. Quando olhamos para um quadro podemos apreciá-lo naquilo que ele é, em sua dimensão pictórica. A uva pintada não é a uva modelo e a uva modelo não precisa ser evocada. Quando colocamos a arte em foco, nos envolvemos com a sua natureza e o mundo real já não importa mais; assim, a Natureza também é fechada em si mesma, não precisa ser melhorada, nem representada e sim apreciada.
O músico que se preocupa com sua técnica perfeita, se esquecendo da fascinação e do encantamento, será capaz de apresentar um espetáculo virtuoso e a platéia assistirá apenas seu rigor ansioso pela técnica. Desta maneira o lúdico foi desprezado junto com toda a beleza que a experiência poderia ter.
Natureza e Arte são simplesmente belas.
O problema é que o homem está acostumado a perseguir finalidades, o que me parece um grande despropósito. Se continuarmos a nos preocupar tanto em melhorar a vida, correr em busca da perfeição e utilidade, vamos nos esquecer de vivê-la. Nos tornaremos virtuosos cheios de técnicas, porém completamente sem graça. Teremos títulos reconhecidos pelos outros, mas não pela nossa alma. É ou não é um despropósito?
Nas universidades temos uma produção vertiginosa de artigos que não dizem nada, pensamentos e pesquisas jogados em nome da utilidade, da produtividade, de um saber considerado relevante. Não condeno todos os artigos, claro! Isto seria um suicídio acadêmico e uma injustiça com alguns pesquisadores excelentes. O que condeno é a produção massificada e descontextualizada. Por isto prego por menos artigos e mais poemas.
Justificar, por exemplo, a existência da música na escola contando com argumentos lógicos e matemáticos, tudo a serviço do desenvolvimento racional. A música em nome de outra coisa que não seja ela mesma? Desta maneira o que se pode aprender na escola é tão somente uma música árida. Partituras, notas, compassos, andamento, semibreve, mínima, semínima... O som ajustado perfeitamente. Já me cansei só de imaginar.
A vida também pode ser simplesmente bela. Acredito nisto!

Paula Ubinha


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

As coisas são o que são

Ótimo!
As coisas são o que são independente de eu as coompreender ou não. Elas simplesmente são, assim como eu simplesmente sou. Consigo desfrutar de um prazer enorme constatando que nada depende da minha capacidade de compreensão, tudo continua a ser exatamente o que é. E eu, na continuidade de minha existência, sim, simplesmente sou. Minha essência não se modifica em nada, estou segura. O transitório é descartável, reciclável, recuperável. O transitório não define nada... Se isto é verdade e se estou certa, então realmente estou segura a cada instante presente.
Mais uma vez sobre o tempo, afirmo agora que o presente ficou maior. Pelo menos é isso que sinto neste momento de reflexão. Meu presente está dilatado como uma corrente eterna e eu sinto nitidamente a grande diferença entre o que passa e o que permanece.
O que fica sou eu. E isso, por si só, é bom!

Paula Ubinha
(eu estava lendo Alan W. Watts e gostei!)


terça-feira, 28 de setembro de 2010

Krishna Shakti Ashram

A cada passo nos deparamos com um presente da Primavera.
Mais uma vez formamos um grupo para visitar o Krishna Shakti Ashram, todos buscando se reabastecer de boas energias, bons pensamentos e boas inspirações.

Encontramos tudo, claro!


Devo citar uma frase da Regina Shakti, que me pareceu muito inpiradora, "Antes de tentar salvar o mundo, salve a si mesmo, pois isso já é um bom começo para ajudar o planeta".

Pois é! Se somos felizes, deixamos de ser um problema para o mundo e ao mesmo tempo nos tornamos fonte de inspiração para todos que convivem conosco.

Ser feliz é estar em paz consigo mesmo.
Ser feliz é ter boa disposição e saúde.
Ser feliz é viver em plena harmonia com a natureza.

"Parece simples"... e é!
Veja como pequenas coisas podem trazer muita felicidade para a sua vida:

Contemplar a vida. Não precisa esforço nenhum.
 

Professora Parameswari, muito obrigada pela sua aula!
Nos conduziu a um relaxamento profundo com sua fala doce e carinhosamente nos aqueceu com cobertores. Pequenas ações que são muito valiosas.













Nêsperas. Que delícia! Fomos presenteados pela Natureza com estas belas frutas. Você já provou?


Pega uma pra mim?
 
hummmmm... Parece bom!

Esta está doce ou azeda?


Caminho para o Templo, enfeitado pela Primavera.


Três voltas ao redor do Templo, saudar.
 

Cada subida... "Eleve-se"

 

Outro pra você!

Brincadeira séria, que enche nossos corações de alegria.


Me senti muito honrada em receber esta guirlanda de flores, muito obrigada pelo reconhecimento e amizade!

Cecília, mais uma amizade inesperada e surpreendente. Muito prazer!

Nosso arranjo.


Quase voando...


Tolerância da Árvore


Quase mergulhando na água mineral...

Regina Shakti ao centro, rodeada por nosso grupo.
Namastê!

Voltamos para casa com a certeza de que temos tudo do que precisamos para sermos felizes.
Namastê!

Paula Ubinha